Arquivo mensal: setembro 2014

Receitas Leves – Nuvem de Limão Diet

Quem já está enjoado de gelatina diet? Existem outras maneiras de prepará-la para variar o paladar! Essa receita de nuvem de limão pode aliviar a vontade de doces sem comprometer sua dieta:

Ingredientes:

  • 1 embalagem de gelatina de limão diet
  •  4 colheres de sopa de água
  •  3 claras
  •  1/2 xícara de chá de creme de leite light
  •  1 colher de sopa de suco de limão
  •  raspas de limão para decorar

Modo de fazer:

Misture a gelatina com a água e deixe hidratar por 1 minuto. Leve ao micro-ondas em potência média por 20 minutos até derreter. Bata as claras em neve e adicione o creme de leite a elas delicadamente. Misture a gelatina derretida ao suco de limão e após, às claras em neve misturadas ao creme de leite. Distribua a mistura final e potinhos e leve à geladeira por pelo menos 3 horas.

nuvem de limão 3 nuvem de limão 1

Essa receita me rendeu duas taças e tem um total de 58kcal. Eu particularmente não sou muito fã de gelatina, mas vale a pena experimentar!

Cirurgia Bariátrica e o Pré-operatório – Parte IV – Nutricionista

Muitos de nós, obesos, conhecemos bem a rotina de ir a um nutricionista. Normalmente estamos insatisfeitos com nosso corpo, algum fato nos motiva a procurar este profissional, nos é prescrita uma dieta e são feitas várias recomendações. Seguimos a dieta por um tempo, obtemos resultados e na primeira euforia ou depressão tudo desanda e voltamos à estaca zero. São tantas dietas, por tantas vezes que até nos sentimos profissionais no assunto.

Quando optamos por fazer a cirurgia bariátrica e nos é solicitado um laudo de um nutricionista, tudo que queremos é entrar no consultório, bater um papo com ele e sair de lá com o papel na mão. Felizmente, não é essa a realidade. Digo “felizmente” porque o preparo com o nutricionista é determinante para o sucesso do paciente com a cirurgia bariátrica.

Minha experiência foi assim: fui à minha primeira consulta com a nutricionista pensando que sairia de lá com uma dieta. Como meu IMC era acima de 50, o cirurgião pediu que eu emagrecesse antes da cirurgia, por isso imaginei que uma dieta estaria envolvida no processo. No entanto, para minha surpresa, a conversa com a nutricionista foi bem diferente. Ela perguntou como eu costumava me alimentar e me mostrou um monte de pratos, pires, garfos, colheres, etc. Ela ia me perguntando como eu me servia e com quais utensílios me alimentava. Depois da “entrevista”, ela me passou o que ela chamava de “tarefinhas”:

  1. mastigar bem
  2. comer com prato e talheres de sobremesa
  3. ingerir um mínimo de 2l de água por dia em pequenos goles
  4. não ingerir líquidos com os alimentos

A explicação era que num pós-cirúrgico imediato eu teria que beber apenas em pequenos goles, que eu teria que optar por comer OU beber algo e que cada garfada teria que ser pequena e bem mastigada para evitar que a comida chegasse ao estômago num tamanho que acabasse fazendo com que ficasse entalada. Minha cabeça de gorda achou uma maravilha! Pela primeira vez eu saía da nutricionista podendo comer como sempre comi, apenas com a missão de mudar alguns hábitos.

Um mês se passou e fui para minha consulta de retorno. A verdade é que eu não tinha feito NADA do que havia sido orientado. Não mudei um hábito sequer. A consequência apareceu na balança: 2kg acima do peso inicial. É claro que levei a maior bronca do mundo e, além disso, fui encaminhada para a psicóloga. A nutricionista me falou para voltar ao consultório dela apenas após ter feito no mínimo 4 sessões.

Com a ajuda da psicóloga, consegui mudar meus hábitos. Mesmo comendo alimentos muito calóricos, consegui emagrecer 3kg em um mês, apenas com a mudança na maneira de comer e beber.  A mudança para hábitos alimentares saudáveis foram vindo com o tempo de tratamento psicológico e acompanhamento nutricional. Essa mudança dos hábitos serviu apenas como um pontapé para a grande mudança de vida que estava para acontecer.

Nesta semana, teremos a participação da nutricionista Pamella Diniz, que vem me acompanhando desde o início deste ano para a manutenção de peso. Ela responderá as dúvidas que VOCÊS possam ter em relação à nutrição pré e pós cirurgia bariátrica. Vamos participar? Vocês podem deixar nos comentários as perguntas para a nutricionista até sexta-feira, dia 26/09/2014!

Receitas Saudáveis – Sorvete de Banana e Morango Zero

Olá pessoal, bom dia!

Como todo bom domingo, hoje é dia de receita saudável. Aqui em Goiânia está um clima extremamente quente e dá vontade de tomar sorvete o dia inteiro. Como sabemos que sorvete é um alimento NADA saudável, para manter uma boa alimentação e se refrescar ao mesmo tempo, esse sorvete de banana e morango zero que minha querida nutri me ensinou e eu adaptei é uma alternativa bem legal.

Vamos aos ingredientes:

  • 1 pote de iogurte natural desnatado (eu usei o Grego Light)
  • 2 bananas bem maduras congeladas (congele sem a casca)
  • 7 morangos congelados
  • 1 colher de sopa rasa de adoçante culinário (usei sucralose, da marca Línea)

Modo de fazer:

Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou utilize um mixer e bata até que a mistura fique bem homogênea. Sirva em uma taça e delicie-se!

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A receita original não leva morangos. Você pode adaptar esta receita para outras frutas também, usando a banana apenas como base.

5 motivos para agradecer (e muito!) o cirurgião que inventou a cirurgia bariátrica:

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A cirurgia bariátrica já é realizada pelo Sistema Único de Saúde e é coberta pelos planos de saúde há muitos anos, mas ainda existe muita desinformação em relação à matéria. Algumas pessoas encaram o procedimento como meramente estético e ainda julgam mal as pessoas que optam por ele.

Não há dúvida que esteticamente falando a cirurgia bariátrica promove um bem-estar inegável, mas seria esse o objetivo principal de quem se submete a cirurgia, da mesma maneira que uma cirurgia plástica?

Imagino que para algumas pessoas a parte estética deva realmente ser mais importante, digo isso porque ainda surgem pessoas que não são obesas mórbidas e engordam propositalmente para se submeterem ao procedimento. No entanto, quem vivencia as dificuldades de um obeso mórbido JAMAIS engordaria propositalmente e JAMAIS julgaria o obeso mórbido que toma a decisão de fazer essa cirurgia.
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A cirurgia bariátrica deve ser encarada como uma ferramenta para o controle da obesidade, e não a solução para todos os problemas. A mudança deve começar pelos hábitos, antes da mudança física. Com isso em mente, vamos aos motivos:

  1. Elevação da autoestima: quanto estamos muito acima do peso, não encontramos o que vestir, não somos notadas (positivamente, porque para reparar no quanto comemos sai gente de tudo quanto é lado), não gostamos do que vemos no espelho e isso nos leva a acreditar naquela vozinha interior que nos coloca para baixo e nos diz que não somos capazes. Com a perda de peso, nossos corpos começam a tomar uma forma mais “normal” e as pessoas começam a nos notar e começamos a gostar mais do que vemos no espelho. Às vezes ficamos um pouco sem-noção, é verdade, mas é uma delícia!
  2. Comprar a roupa que quisermos, na loja que quisermos: após a cirurgia bariátrica, comprar roupas deixa de ser um tormento e torna-se um prazer. Nunca esquecerei o dia em que comprei minha primeira peça de roupa em uma loja que não era moda plus size. No início chega a ser engraçado, pois, pelo hábito, vamos sempre nos tamanhos maiores da loja. Levamos algum tempo para nos acostumarmos com as novas medidas!
  3. Saciar-se com pequenas quantidades: A-D-O-R-O quando não resisto a um prato mais calórico e não consigo comer tudo! A nova realidade é essa: simplesmente não cabe uma porção inteira. Meus amigos e familiares já estão acostumados a fazer o pedido em restaurantes já contando com o que vai sobrar do meu prato!
  4. Melhoras na mobilidade: para um obeso mórbido, pequenas tarefas como tomar banho e amarrar os próprios sapatos são muito difíceis. Com a perda de peso, mesmo antes de perdermos todo o peso necessário, vamos voltando a conseguir caminhar mais e desenvolver tarefas comuns aos magros.
  5. Dar adeus às comorbidades: deixei por último, mas é o motivo mais importante. Livrar-se de problemas como diabetes, pressão alta e gordura no fígado traz mais saúde e qualidade de vida. Ao operarmos fazemos a troca de diversos medicamentos para as comorbidades por reposição de vitaminas. Troca justa, não?
Deixei algum motivo de fora? Comente!

Receitas Saudáveis – Filé à Parmegiana Assado Empanado na Aveia

Olá pessoal, bom domingo!

Hoje é dia de receita saudável e estou trazendo a receita que preparei para o almoço de hoje aqui em casa! Peguei essa receita na internet com o nome de “Bife à Milanesa”, mas como tinha um molho de tomate eu achei que filé à parmegiana seria mais apropriado e acrescentei muçarela light à receita.

Vamos aos ingredientes:

  • 4 bifes de filé mignon (100g cada)
  • 1 dente de alho amassado
  • sal à gosto
  • 100g de aveia em flocos finos
  • 2 claras
  • 4 fatias de muçarela de búfala ou muçarela light
  • azeite para untar a forma

molho:

  • 2 colheres de chá de azeite
  • 100g de champingnon
  • 1 lata de molho de tomate pronto ou feito em casa
  • 4 colheres de sopa de suco de uva integral (a receita original indicava vinho tinto)

Modo de preparo:

Tempere os bifes com alho e sal. Passe pela aveia, pela clara e novamente pela aveia. Unte uma assadeira com azeite e acomode os bifes.

Os bifes vão ficar assim antes de assar.
Os bifes vão ficar assim antes de assar.

Leve ao forno médio por um total de 20 minutos. 10 minutos para cada lado do bife. Enquanto assa, vá preparando o molho. Refogue o champignon do azeite. Acrescente o molho e o suco de uva e deixe apurar por 5 minutos. Quando os bifes estiverem prontos, coloque uma fatia de muçarela light sobre cada bife e espalhe o molho sobre eles. Leve ao forno por 3 minutos para derreter o queijo e esquentar o molho.

file a parmegiana light com aveia assado

Cirurgia Bariátrica e o Pré-operatório – Parte III – A visita ao cardiologista

oda cirurgia requerer um laudo de um cardiologista chamado “risco cirúrgico”. No pré-operatório para cirurgia bariátrica não poderia ser diferente. Essa fase de obtenção de laudos também serve para identificar as comorbidades, falamos delas no primeiro post da série sobre o pré-operatório.

 
Uma comorbidade bem comum aos obesos é a hipertensão. De tempos em tempos, quando obesa, eu sentia alterações da minha pressão arterial e acabava indo parar no pronto-socorro. A primeira vez que isto aconteceu eu pesava uns 90-95kg. Pesava bem menos do que os 151kg que cheguei a pesar, mas já comecei a ter esse tipo de problema.
 
Não me lembro bem como tudo aconteceu, apenas que o médico plantonista me encaminhou a um cardiologista. Foram pedidos diversos exames. Um deles é conhecido como MAPA ou Holter. É colocado um aparelho para monitorar a pressão durante 24h.Foi uma das primeiras frustrações de obesa. O manguito do aparelho não cabia no meu braço. Procurei algum lugar na minha cidade que fizesse o exame e tivesse um aparelho com o manguito maior, mas não consegui. A solução que encontrei foi prender o manguito com um alfinete, tipo de fralda. O improviso não deu muito certo, não era sempre que a minha pressão era aferida e o resultado foi inconclusivo. Baseada nos outros exames, a médica chegou a conclusão que eu não era hipertensa, mas que seria bom que eu emagrecesse. Emagreci, engordei… Aquela caminhada que todo obeso conhece.
 
Em uma outra ocasião, eu estava sozinha em casa e comecei a sentir dor de cabeça. Olhei no espelho e meu rosto e colo estavam muito vermelhos. Por coincidência, uma prima minha foi me visitar e notou que eu não estava bem. Meu marido estava trabalhando e, de qualquer maneira, nem ele ou minha prima dirigiam, ou seja, fui para o pronto-socorro com eles, porém dirigindo. A espera foi tanta que ao ser atendida já nem estava com a pressão alta mais. O médico que me atendeu atribuiu a alteração na pressão arterial à ansiedade e me receitou um ansiolítico. Aliás, a ansiedade me acompanha há muito tempo e vamos falar dela em outra oportunidade.
 

Depois destes episódios, nunca acreditei que tivesse hipertensão arterial. Sempre atribuí à ansiedade e considerei temporário, devido ao peso. O quão temporário era este peso, hein? Acho que eu sempre me enganei, na verdade.

 
Para o cardiologista, foram necessários os seguintes exames:
 
  • Eletrocardiograma
  • Ecocardiograma
 
Fiquei surpresa por não ter que passar novamente pela humilhação do MAPA ou pelo teste da esteira. Acho que a verdade era que eu nem precisava passar por esses testes, estava claro qual seria o resultado. Me foi receitado um remédio para o controle da pressão arterial e eu deveria voltar em um mês para conferir se estava controlada. Os outros exames não tiveram alteração. Após um mês, a pressão estava controlada e eu peguei o meu laudo!
 
Ainda tinha pela frente muitos outros profissionais. Continue acompanhando!

As Pequenas Grandes Conquistas ao Controlar a Obesidade

 

Apenas quem sofre ou sofreu com a obesidade pode entender a alegria de se sentar em uma cadeira de plástico sem ter que procurar uma outra para colocar em cima e dar uma reforçada ou estar sempre firmando a pontinha do pé para, caso a cadeira quebre, evitar que o tombo seja pior.

A primeira vez que presenciei a fúria de uma cadeira de plástico cansada de suportar tanto peso nem foi comigo. Eu devia ter uns 13 anos, nem era tão gorda, mas minha mãe estava bem pesadinha. Um primo dela estava se casando em São Luís, no Maranhão, e grande parte da família saiu de Goiás e foi para lá testemunhar a união. Foi num salão de festa chique, com direito a talheres de prata, que a cadeira de plástico em que minha mãe estava sentada “pediu arrego” e abriu as perninhas, fazendo com que minha mãe viesse de encontro ao chão.

A cena foi motivo de muita risada, inclusive EU ri muito. Naquele tempo eu nem imaginava que seria eu quem passaria muitos anos temendo que algo parecido me acontecesse. Eu nunca quebrei uma cadeira, mas sentar sempre era um ritual.

Fiquei muitas vezes em pé por não confiar na resistência da cadeira disponível, deixei de ir a algum passeio por não conseguir me locomover bem, pedi muitas vezes para meu marido amarrar meu tênis e esfregar as minhas costas. Fazer minha higiene após ir ao banheiro era uma ginástica. Para levantar da cama ou do sofá era um grande esforço e eu cheguei a quebrar duas camas. Aquelas mesas e cadeiras fixas de shopping ou certos restaurantes sempre me constrangiam, pois eu nunca cabia. No processo de emagrecimento, pequenas conquistas como amarrar o próprio tênis e cruzar as pernas são imensas para nós. Podemos até parecer meio chatos na empolgação, mas só quem já foi privado desses pequenos gestos pode realmente entender.

Quando eu já havia perdido um peso considerável e já tinha deixado de ser sedentária, estava deitada em minha cama e senti sede. Quando me levantei e não foi necessário apoiar o cotovelo na cama fiquei tão surpresa que não parava de me deitar e levantar, repetidamente. Meu marido achou estranho e me perguntou o que eu estava fazendo, quando respondi:

— Eu consigo levantar sem me apoiar!

Todas as pessoas que conheço que passaram por cirurgia bariátrica comentam a mesma coisa. A verdade é que só damos valor a determinadas coisas quando somos privados delas. Quando essas pequenas coisas tornam-se corriqueiras novamente, corremos o risco de deixar de valorizá-las e voltar ao comportamento que nos levou a sermos privados delas.

Vigie sempre!

 

Cirurgia Bariátrica e o Pré-operatório – Parte II – Fisioterapia e Atividade Física

Continuando a falar sobre os preparatórios para a cirurgia bariátrica, abordaremos hoje a necessidade de um laudo do fisioterapeuta e do angiologista e a importância da fisioterapia para o sucesso da cirurgia.

 
Naquela consulta que mencionei anteriormente, com a enfermeira da equipe, uma das complicações abordadas por ela trata-se da trombose e consequentemente, a embolia pulmonar. A grosso modo, a trombose é a formação de um coágulo no interior de uma veia. Normalmente, este coágulo é formado nas pernas. São várias as causas da trombose, dentre elas obesidade e cirurgia recente. Por este motivo, o cuidado é redobrado na cirurgia bariátrica.
 
E como a trombose pode colocar a minha vida em risco? Uma das complicações da trombose é a chamada embolia pulmonar. O coágulo desprende da veia e desloca-se para os pulmões. Uma pessoa que esteja sofrendo de embolia pulmonar necessita de atendimento emergencial e tem a sua vida em risco. Daí a importância de cuidar dos pulmões antes mesmo de se submeter à cirurgia.
 
Qualquer pessoa tem a sua vida em risco ao sofrer de embolia pulmonar, porém o paciente obeso tem a função pulmonar comprometida. Com o peso exercido sobre os pulmões devido ao excesso de gordura, aquele que sofre de obesidade acaba por ter uma respiração mais superficial, não aproveitando todo o potencial dos pulmões. No caso de ocorrer embolia pulmonar, quanto mais potentes estiverem os pulmões, maiores as chances de contornar o problema. Fazer fisioterapia pulmonar antes da cirurgia não evitará que você tenha trombose e consequentemente embolia pulmonar, mas vai preparar os seus pulmões para que, caso aconteça, as chances de sobrevivência sejam aumentadas. 
 
Costuma-se fazer 10 sessões de fisioterapia no pré-operatório. Nestas sessões, faz-se o uso do Respiron (que meu marido só consegue chamar de respirômetro, rsrsrs) e alguns exercícios físicos combinados com respiração. A fisioterapeuta vai medindo a evolução através do Respiron:
 

 
Em resumo, funciona assim:
 
Angiologista: avalia as condições do sistema venoso profundo, para que o cirurgião saiba determinar a quantidade de heparina que deverá ser administrada para evitar-se trombose.
Fisioterapeuta: prepara os pulmões para possíveis complicações no pós-operatório e faz um acompanhamento durante a internação.
 
O fisioterapeuta também incentivará a prática de atividade física, tudo isso objetivando seu sucesso no procedimento cirúrgico.
 
A fase da obtenção dos laudos não é fácil. Fazemos uma série de exames e passamos por diversos profissionais, mas ela deve ser encarada não apenas como uma liberação para fazer a cirurgia, mas como um preparo fundamental para evitar e/ou driblar possíveis complicações. 
 
Eu fiz todas as sessões de fisioterapia necessárias. Morria de preguiça e nem sempre fazia o que era pedido em casa. O que me moveu a seguir em frente foi a vontade de superar a obesidade que era maior que a preguiça de fazer os exercícios de fisioterapia. A necessidade de fazer fisioterapia pode até ser um exercício para que você consiga começar a se disciplinar. Disciplina é tudo!